Catarina Migliorini não se sente uma prostituta por vender a virgindade

Catarina Migliorini, a jovem brasileira que leiloou a virgindade por 600 mil euros, está feliz e tranquila com a opção. "Fazer isto uma vez, não faz de mim uma prostituta", argumenta, já na Austrália, onde vai conhecer o comprador.
 
Catarina Migliorini não se sente uma prostituta por vender a virgindade

A história de Catarina Migliorini está a correr mundo. A jovem brasileira que leiloou a virgindade está na Austrália para filmar o documentário "Virgins Wanted", que lançou o repto, e conhecer o "comprador".

Apesar das críticas, Catarina não vê problema em lucrar com a primeira experiência sexual. "Fazer isto uma vez não faz de mim uma prostituta, assim como tirar uma fotografia não transforma uma pessoa num fotógrafo", argumentou Catarina Migliorini.

"Vejo isto como um negócio. Tenho a oportunidade de viajar, fazer parte de um filme e ganhar um bónus", disse Catarina Migliorini, em declarações reproduzidas pelo jornal britânico "The Independent".
Catarina Migliorini não se sente uma prostituta por vender a virgindade

A opção de Catarina merece o apoio dos familiares mais próximos. "Ela esteve a falar online com a família e estavam todos felizes por ela", disse, também ao "The Independent", o mentor do projeto, o australiano Jason Sisely, que pretende fazer um documentário sobre o antes o depois da primeira vez de uma rapariga e de um rapaz.

A brasileira Catarina Migliorini, que fez uma sessão fotográfica em biquini, e o russo Alexander Stepanov, que se apresentou de forma mais recatada, foram os escolhidos par embarcar no projeto, intitulado "Virgins Wanted".

A virgindade da rapariga foi licitada por um japonês, apenas mencionado como Natsu, que ofereceu 780 mil dólares, cerca de 600 mil euros. Uma brasileira, Nene B, ofereceu três mil dólares (cerca de 2300 euros) pela primeira vez do rapaz.
 
Catarina Migliorini não se sente uma prostituta por vender a virgindade

O realizador australiano Jason Sisely, que motivou a ira da população em Melbourne, na Austrália, quando espalhou cartazes pela cidade com os escritos "Virgions Wanted", garante que o projeto "não é um embuste" e que tem "patrocinadores que investiram muito dinheiro".
 
O ato terá de ser consumado a bordo de um avião, para evitar problemas legais, e o vencedor do leilão terá no máximo uma hora com Ingrid. Não pode beijar, nem usar brinquedos sexuais e tem de pagar adiantado.
 
A jovem disse querer usar o dinheiro para construir casas populares, para ajudar uma organização não-governamental e para estudar medicina na Argentina.

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