18 mulheres brasileiras solteiras contam o que querem na cama


“Tem homem que acha que toda hora é hora de ser bruto. O cara tem que saber tratar uma mulher, ser delicado, gentil, mesmo que não queira nada além de uma noite.”
T. G., 30 anos, publicitária

“Está faltando variedade na hora do sexo. Ter um lugar mais aconchegante, com velas, flores, e fazer algo que saia da rotina, ser mais criativo para nos conquistar. O cara quando se acha bom de cama faz o ‘serviço’ dele como se tivesse fazendo um favor.”
A. B., 26 anos, analista financeira


“Quando procuro um sexo casual, não estou atrás de alguém que me faça juras de amor, me dê café da manhã na cama. De preferência, quero ir embora antes de amanhecer – mas um carinho, um beijinho na orelha é muito bom.”
A. L., 21 anos, estudante de direito

“Quero homens que pegam em várias partes do corpo ao mesmo tempo. Os que têm essa preocupação são os melhores. Ficar com as mãos na cintura da gente a transa toda não dá, melhor nem tirar a roupa, né?”
N., 24 anos, webdesigner

“O maior erro deles é não entender nossa linguagem corporal. Às vezes, fazemos gestos que eles não entendem e simplesmente respondem como querem. Falamos com o corpo o tempo todo, no modo de conversar, olhar e agir na cama. O tesão perde a intensidade quando eles não nos entendem.”
C., 34 anos, relações públicas

18 mulheres solteiras contam o que querem na cama
“Sou do tipo que adora ouvir sacanagem e também muito romantismo, mas é difícil encontrar um que saiba misturar isso. Pecam na hora que estão superexcitados e prometem coisas que não são reais.”
G. L., 21 anos, atriz

“Está faltando mais dedicação nas preliminares. Tem que cumprir todas as etapas: bastante beijos, carícias e sexo oral, que eles têm que melhorar! ”
A. V., 21 anos, estudante de medicina

“Estímulos antes da transa podem ser mais excitantes do que o ato propriamente dito. Mas ainda falta um pouco de inovação e criatividade: impulsos sexuais e tesão repentino em lugares públicos são sempre muito excitantes. Se me levassem para um cantinho reservado no meio de uma festa para um pequeno momento de safadeza, seria o ouro!”
V., 18 anos, estudante de engenharia química

“Dou valor a uma rapidinha. Dependendo do lugar e momento, é gostoso demais.”
T. A., 26 anos, nutricionista e modelo

“Falta entrega total dos homens na cama. Isso acarreta todas as outras questões que nós tanto reclamamos: egoísmo, insensibilidade, imaturidade, talvez mais outras coisas. Quando digo entrega, é desprendimento, cuca fresca, estar 100% ali.”
C. S., 36 anos, publicitária

“As mulheres estão muito mais animadas que os homens ultimamente. A procura hoje em dia é muito mais delas do que deles. A dificuldade está na qualidade: falta disposição aos homens! O desejo começa com palavras, olhares e carícias.”
I. R., 23 anos, atriz

“Eu percebo claramente quando eles tentam fingir na cama algo que não são – é como fingir orgasmo, nunca é natural. Tipo tímido tentando ser agressivo. Quando fazem isso, acabam ficando todos iguais, não surpreendem. Eu admiro os corajosos, que mantêm personalidade na cama.”
H., 23 anos, figurinista de cinema da Faap

“Os homens poderiam sugerir novas técnicas, toques, como uma massagem corporal, e não esperar que a mulher tenha iniciativa para isso.”
K. S., 22 anos, cantora e modelo

“Elogios sussurrados num clima bem sexual sempre são bem-vindos. Às vezes me excito mais com o que o cara fala do que com o que ele faz.”
C. T., 32 anos, compositora, filósofa e colunista da VIP

“Um grande erro é quando o homem fica mudo durante toda a transa. Tem tantas coisas que ele poderia falar: elogiar, fazer provocações, falar do que gosta. Ficar mudo nos deixa perdidas, sem sabermos se estamos agradando ou não.”
J. R., 22 anos, nutricionista

“Tem cara que acha que, por estar superexcitado, a mulher também está.”
R., 25 anos, assistente de controladoria

“O homem precisa saber satisfazer uma mulher na cama e fora dela. Tem que saber se preparar, se cuidar, se arrumar e se perfumar para ela. Precisa ser alegre, divertido, descontraído.”
C. M., 35 anos, dentista

“Uma vez um cara, bem na hora H, quando eu estava curtindo para caramba, me chamou de cachorra. Fiquei quieta, mas já dei uma broxada. Aí ele falou: ‘Não para, vai, cadela’. Nossa, broxei total. Tem que saber o que falar.”
J., 22 anos, assistente de RH

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